Por se tratar de um exame muito simples e não invasivo, o procedimento não
exige muitos preparos para além daqueles exigidos para a realização da
ultrassonografia abdominal convencional. São eles: jejum mínimo de quatro
horas; fazer a última refeição anterior ao jejum apenas com alimentos leves
e sem gorduras; não ingerir bebidas alcoólicas e não realizar exercícios
físicos no dia anterior ao exame ou na própria data agendada. Vale lembrar
que os medicamentos de uso contínuo não precisam ser suspensos.
As vacinas são as principais estratégias do Ministério da Saúde para a
prevenção contra as hepatites A e B e, inclusive, fazem parte do Calendário
Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). Contra a hepatite C
não existem vacinas, mas há meios de se proteger e se manter longe da
doença. Para tanto, é essencial não compartilhar objetos de uso pessoal,
como seringas, alicates de unha e lâminas de barbear, higienizar
corretamente os alimentos e usar preservativo durante as relações sexuais.
As evidências indicam que pacientes com diagnóstico de Retocolite Ulcerativa
há mais de dez anos apresentam maior risco de desenvolver câncer no
intestino, em especial quando o cólon inteiro é acometido. Para evitar
danos, a realização da Colonoscopia é indicada como medida preventiva, uma
vez que tem a capacidade de detectar a presença de alterações
pré-cancerosas. Para portadores da Doença de Crohn, as chances de
desenvolver o câncer aumentam quando o intestino grosso é atingido.
É muito comum o público leigo confundir as duas doenças porque alguns dos
seus sintomas são bastante semelhantes. No entanto, são doenças muito
diferentes. A Síndrome do Intestino Irritável é uma doença funcional e sem
alterações estruturais. Já a Doença de Crohn é uma doença autoimune, ou
seja, que afeta o sistema imunológico, e desenvolve uma grave inflamação no
trato gastrointestinal.
Muitos portadores da Doença de Crohn, quando estão na fase de remissão,
podem ter uma vida praticamente normal, mas precisam estar alertas a alguns
hábitos de vida para ajudar a prevenir as crises. Como medidas preventivas a
possíveis recaídas da doença podemos citar: não fumar, manter hábitos
alimentares saudáveis e não abusar de alimentos gordurosos e pouco
nutritivos, evitar situações de estresse e, é claro, ficar atento aos sinais
de ativação da doença.
Alguns sintomas da doença podem causar incômodos desnecessários durante a
gestação, caso não tenha sido devidamente planejada junto ao seu médico. A
concepção é mais indicada durante a fase de remissão da doença, mas se
porventura ocorrer a gestação na fase ativa, não é motivo para preocupação.
Atualmente, existem medicamentos capazes de controlar os sintomas, sem
causar nenhum dano ao bebê.
O diagnóstico da Síndrome Metabólica é feito por meio de exames físicos e de
sangue. No exame clínico verifica-se o índice de massa corporal (IMC), a
circunferência abdominal e a pressão arterial. Já os exames laboratoriais de
sangue são realizados para conhecer os níveis de glicemia, colesterol,
triglicérides, ácido úrico e proteína C-reativa, entre outros. Segundo os
critérios brasileiros, a Síndrome Metabólica está estabelecida quando o
paciente apresenta três ou mais desses fatores alterados.
A Síndrome Metabólica é diagnosticada a partir de um conjunto de exames, que
precisam ser realizados periodicamente e avaliados pelo médico. A Síndrome
Metabólica geralmente é assintomática, aumentando o risco de doenças
cardiovasculares como o infarto e o AVC (derrame cerebral), e é exatamente
por isso que as medidas preventivas são tão importantes e capazes de salvar
vidas.
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